Post nº 29 – Perguntem ao Tio Chico nº 14 – Sobre o “filamarques” = “fila-preto” – enviado em 3/08/12

Perguntem ao Tio Chico nº 14

Amigos/as,

Nota: Como sempre faço com todos os meus artigos, os envio por email para ao redor de 900 criadores, juízes, dirigentes e clubes, no Brasil e no exterior. Ou seja, sempre os envio também para todo o staff do CBKC e da FCI. Ainda mais o email abaixo no qual cito nominalmente mais uma vez (vide item “c” abaixo) o velho e querido amigo do CAFIB, do Dr. Paulo Santos Cruz e meu, Chris Habig, que nada mais é do que o atual vice-presidente da FCI e conhece desde o final dos anos 70 a Verdadeira História do Fila Brasileiro, dela tendo participado ativamente até meados da década de 80.

49. Sr. Francisco, desejo comprar um casal de Filas para tomar conta da chácara onde resido. Gosto muito das cores amarelo e tigrado que me lembram dos Boxers que possuí na minha infância, mas um criador do CBKC esta tentando me convencer a comprar um de cor preta. Ele alega que é uma cor rara e de valor mais elevado no mercado. Entretanto, alertado por um parente meu, tomei conhecimento do CAFIB e naveguei um pouco pelo seu site. O Senhor poderia me indicar os artigos que comentam a cor preta no Fila e se é verdade que o CAFIB não aceita esta cor?

Meu amigo, vou ser muito objetivo: no meu entendimento não existe o assim chamado “fila-preto”.  Em minha opinião, trata-se de uma “fabricação” do Sr. Procópio do Vale (Canil  Kirimauá – MG). Toda a minha argumentação sobre este assunto encontra-se no meu site no link http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7.html e em algumas fotos nos links http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fotos/1816.jpg (Tição de Kirimauá) e http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fotos/1842.jpg .

Os teimosos que fingem acreditar na possibilidade de existência do assim chamado “fila-preto” postam muitas fotos em Facebooks, elogiam estes exemplares de forma superficial, tímida, sem consistência e até infantil. Chamam estes cães de “bonitos” (!?), seja lá o que isto for. Entretanto, até onde vai meu conhecimento, jamais defenderam sua existência com argumentos, fatos e documentos. E muito menos mandaram seus argumentos em favor do tal do “fila-preto” para meu email. Ou seja, navegam pela penumbra da cor preta tentando iludir os tolos. Nem mesmo o Sr. Procópio do Vale  aproveitou o livro escrito por ele para defender a sua fabricação: o “fila-preto”. Nada mais do que isto.

Por isto, meu amigo, eu na minha modéstia franciscana, prefiro desacreditar totalmente neste tal de “fila-preto” e compartilho meu entendimento com:

a) o pensamento cristalino do Dr. Paulo Santos Cruz que, respondendo a uma carta-provocação de minha autoria, publicou no nº 25 da Revista Animais & Veterinária em Abril de 1.977, isto é, aproximadamente um ano antes da fundação do CAFIB: “O que não entendo é por que os apreciadores da cor preta, não adquirem desde logo um autêntico e puro Dinamarquês (Great Dane) preto, ou um Dobermann ou uma Graúna?” (vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/7_2/materia.html );

b) o criador e fundador do CAFIB, Luis Antônio Maciel, editor do Jornal O FILA, que juntamente com mais 13 criadores encaminhou em 5/01/78 Carta Aberta ao Jornal O Estado de São Paulo denunciando: “Alertamos aos criadores que a cor preta uniforme (não tigrada) é um sinal evidente de mestiçagem e que os animais que estão transmitindo esta cor — alguns até com título de campeão da Raça Fila – são de origem mestiça”. (vide em   http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/7-7.jpg );

c) o pedido unânime encaminhado em 26/05/84 ao CBKC pelo Club Fur Molosser da Alemanha, onde o Sr. Christopher Habig, atual vice-presidente da FCI, era o responsável pela revista Molosser Magazin, solicitando que o BKC incluísse no Padrãodo Fila “…a proibição expressa da cor preta que deve figurar entre as faltas desqualificantes”. (vide em  http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/7-8.jpg e http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/7-10.jpg );

d) o criador e advogado Dr. José Souto Maior Borges, que ao comentar a não aceitação do pedido do Club Fur Molosser da Alemanha negado acima pelo CBKC denunciou no Jornal O Estado de São Paulo no dia 19/12/84: “Este pseudonacionalismo serve apenas para encobrir o âmago da questão: continuam os filas (“mestiços”) pretos a serem registrados pela CBKC. E assim sendo os pedigrees não podem certificar o incertificável: pureza rácica de… mestiços”. (vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/7-12.jpg );

e) a nossa querida criadora e escritora Inês Van Damme que visitando o tradicional criador mineiro de Filas, Sr. Willian Frederick Chalmers, proprietário do Canil Jaguara, descobriu que o “garoto-propaganda” de Procópio do Valle como sendo um típico representante do “fila-preto”, o cachorro Zulu, não passava de um vira-lata, pois atrás de sua foto o próprio Chalmers escreveu com sua letra tratar-se de “Mestiço de diversas raças”. (vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-3.html );

f) Ainda, continuando com a sabedoria do Dr. José Souto Maior Borges, ex-professor de Direito e Professor Honorário de Direito da PUC de São Paulo, que escreveu em 6/10/09 um artigo especialmente para o meu site intitulado “Mestiços Pretos de Fila Brasileiro: um Ferro de Madeira” (vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/7-Cao-Preto-x-Fila-Puro/30_7/materia.html ). Bem, amigo, eu não conheço nenhum “ferro de madeira”, assim como não conheço nenhum “fila-preto”…;

g) Finalizando, fico comigo mesmo, isto é, com o próprio Tio Chico, que em 19/02/10 escreveu o artigo intitulado “Cães Negros, chamados por alguns de “fila-preto”, mas com pedigree da FCI…” onde, entre outros pontos, faço uma verdadeira “autópsia” da tese de Procópio do Valle, publicada na Revista Animais & Veterinária, o qual considero o “Pai do Fila-Preto”, por ter sido o seu grande “inventor”, não restando de pé um só argumento sequer e que jamais foi contra-argumentado por ele nem por nenhum defensor sério do assim chamado “fila-preto”.

(vide em  http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-3.html).

Meu amigo, todos nós temos o direito de defender nossas ideias e pensamentos. Entretanto temos que ter seriedade, coragem e o mínimo de discernimento de fazê-lo com inteligência e argumentos. Este infantil blá-blá-blá defendendo e postando em Facebook fotos de “filamarqueses” jamais avalizará um cão e uma cor inexistente. Entretanto, se voce não concorda comigo, acha o “fila-preto” bonito, raro e valorizado, e deseja se juntar ao grupo de teimosos que fingem acreditar na existência do Fila na cor preta muito bem, sem problema algum, compre o seu “fila-preto” que eu há muitos anos apelidei de “filamarques” (cruzamento ilegal de Fila com Dinamarquês-preto) e seja feliz. Para mim o assim chamado “fila-preto” não passa de um representante da Raça Mastin Brasileiro (vide na minha proposta de criação desta Raça clicando em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html ) e da Variedade Preta (vide clicando em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/doc_7.jpg  ) . O assim chamado “fila-preto” na minha opinião descende tão somente de cruzamentos ilegaisfeitos inicialmente de Filas Puros com Dinamarquês-preto e, posteriormente, com Mastin Napolitano. Ou seja: para mim não passa de um mestiço.

Boa sorte na sua escolha,

Chico Peltier.

Post nº 28 – Tio Chico Informa nº 12 – Expo Itanhandu – enviado em 31/07/12

Tio Chico Informa nº 12

Amigos,

No último dia 29 foi realizada a 5ª. Expo de Itanhandu, organizada por Cintia e Gerson Junqueira de Barros. Este evento ocorreu na Fazenda Itanhandu que é a sede do Canil Itanhandu. Da Análise de Fenótipo e Temperamento, analisada pelos juízes Mariana Campbell, Luciano Gavião, Jonas Iacovantuono e Airton Campbell participaram 11 cães, sendo todos aprovados.

Na sequencia realizou-se a Expo do CAFIB que foi julgada Airton Campbell e da qual participaram 27 Filas. O resultado final foi:

Melhor Macho: Zenon do Itanhandu
Melhor Femea: Sirena do Itanhandu
Melhor Temperamento: Thor do Carlão
Melhor Cabeça: Milano do Itanhandu

Os demais resultados por Classe poderão ser lidos em breve no site do CAFIB (http://www.cafibbrasil.com.br/).

Este evento se caracterizou pela alta qualidade dos Filas presentes e pela homogeneidade do plantel e, ainda, pelo clima de grande confraternização, onde compareceram dezenas de criadores do CAFIB, assim como alguns criadores do UNIFILA, da SPFB e do CBKC, sendo que muitos deles estavam acompanhados de suas famílias. Entre outros criadores compareceram a este evento:

São Paulo: Rose Campbell (SP); Denise Gavião (Descalvado); Jonas Iacovantuono, Benedito José de Lima Neto, Fabiano e Siliane Gonçalves Nunes (Guaratinguetá); Newton e Carmem Filizola (São Carlos); Giovani Eder Carvalho (Aparecida); Nelsinho e Edna (Cruzeiro); Fernando Martins Lopes (Suzano); Flavio Mancilha (Jacareí); Andre Buck (São Carlos), sendo que estes 3 últimos são criadores do CBKC e, ainda, Roberto Sene (atual diretor da SPFB e ex- Conselheiro do CBRFB do CBKC) acompanhado de seu filho Roberto.

Minas Gerais: Adriano Pacheco, Chad Truelove, Paulo Augusto Monteiro de Moura (Unifila) e Olegario Bretas.

Santa Catarina: Ernani Santa Rita e Ricardo Luzes Pacheco.

Rio de Janeiro: Half Marassi (Quatis), Quinzinho Liberato Barroso (Valença) e Marcelo Fontes (Rio).

Para ver fotos favor clicar no link: http://www.flickr.com/photos/83862376@N02/

Próximas Análises e Expos do CAFIB:

15-Setembro: 11ª. Expo do Clube Onceiro – República Tcheca – Airton Campbell

16-Setembro: 2ª. Expo Lagoa Santa (MG) – Juízes: Caico Amaral e Fernando Zanetti

Parabéns a todos os participantes, principalmente aos vencedores; a Cintia e Gerson pela organização impecável e ao CAFIB que ruma para 35º ano ininterrupto resgatando da extinção, preservando e aprimorando a Raça Cão de Fila Brasileiro. Pois, por meio de nossas Análises, excluímos do nosso plantel os cães mestiços e os atípicos. Mesmo se forem cães portadores de pedigree de Fila. Ou seja, todos os Filas típicos são muito bem vindos, assim como todos os criadores que desejem conhecer nosso trabalho e a nossa Filosofia de Criação.

Atenciosamente,

Chico Peltier.

Post nº 27 – Perguntem ao Tio Chico nº 13 – Sobre tolices no Facebook – enviado em 21/07/12

Perguntem ao Tio Chico nº 13

48. Tio Chico, as postagens a seguir foram escritas em Facebooks de Fila. Como as considero um verdadeiro absurdo, beirando a ignorância, achei conveniente encaminhar para voce, a fim de que voce as comente. Estas frases me lembram muito o “Festival de besteira que assola o país” do saudoso escritor Stanislaw Ponte Preta (kkkkkkkkkkkk). Vide http://www.releituras.com/spontepreta_festival.asp . Obrigado,

Meu amigo, infelizmente tenho que concordar com voce. Estas pessoas que escreveram estes absurdos deveriam ter um pouco mais de cuidado com o que redigem e não se exporem tanto ao ridículo. Mas não custa lembrar que o jornal ESTADÃO do último dia 17 informou que “Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita...” Penso que a Raça Fila não merece este tipo de postagens. Estas tolices on line prejudicam e depõem contra a Raça Fila, seus criadores e clubes. Vamos lá:

Post nº 1: …muitos criadores insistem em falar no “Fila Puro”, mas se esquecem de que o Fila é uma raça mestiça…

Comentário: Discordo, ou é Raça ou é Mestiço.  Não existe este mais ou menos puro (ou virgem, ou grávida…rsrsrs) com o qual os brasileiros adoram dar um jeitinho a fim de disfarçar e empurrar prá frente o sério problema que é a mestiçagem na Raça Fila. Esta “nova tese” deseja nos convencer de que o Fila não é Raça. Seria então o Fila um vira-lata privilegiado que ganhou sem merecer o status de Raça do BKC- FCI? Claro que não. Será que desde a década de 40 todos nós estamos sendo enganados por aqueles que organizaram a Raça Fila e pelo então BKC e FCI? Claro que não. Será que estes dois clubes alem do CBKC, vêm registrando em seus Livros de Registros Genealógicos e vendendo pedigrees de vira-latas com o nome de uma Raça que não existe? Claro que não… Fico imaginando o susto que esta afirmação esdrúxula provocaria no ex-presidente Barone Forzano se escutasse um absurdo destes… Alem disto, se o Fila não é Raça, não pode continuar sendo registrado pela dupla CBKC-FCI, pois os regulamentos destes clubes somente permitem a criação, exposição e registro de cães de raça pura… Será que o cidadão que proferiu este absurdo quando vende um filhote diz que não é Fila, mas sim mestiço? Claro que não.

Conclusão: talvez a necessidade de defender os mestiços seja tão grande que alguns preferem chamar toda a Raça Fila de um bando de cães mestiços… Eu não concordo. O que ocorreu no Fila é que a esta Raça foi muito mestiçada com cães das Raças Mastiff Inglês, Mastin Napolitano e Great Dane, nascendo a partir destas cruzas ilegais inúmeros cães que tem pedigree de Fila e até foram muito premiados em expos, MAS NÃO SÃO FILAS. A favor da separação destes cães mestiços do plantel de Filas típicos encontrados tanto no CAFIB quanto no CBKC é que temos defendido a criação da Raça Mastim Brasileiro, para onde estes cães mestiços deveriam ser transferidos. Esta é sem dúvida a grande solução para esta enorme confusão que tanto prejudica a Raça Fila.

Post nº 2: …se houveram mestiçadores, eu não os conheci e nem presenciei ou participei de nenhum cruzamento ilegal feito por eles…

Comentário: eu também não conheci Nero, Átila, Hitler, nem nenhum dos participantes dos Casos Mensalão e Cachoeira. Mas tenho absoluta convicção das atrocidades e corrupção por estes cometidas. Por que? Porque eu vivo no Planeta Terra, num país chamado Brasil e leio e estudo. Não sou uma pessoa fechada à informação. Sou antenado e acompanho os fatos. Ao contrário deste cidadão, não me considero o centro do mundo, por onde todas as informações, fatos e história têm que obrigatoriamente passar e pedir licença para terem ocorridos. Caso contrário não têm o direito de existirem… O que mais ele deseja? As provas irrefutáveis estão ai às dezenas. A começar pelo depoimento do ex-presidente do BKC-CBKC Eugênio Lucena e do atual vice-presidente da FCI Christopher Habig, entre tantos outros, inclusive as declarações de diversos criadores do Fila-CBKC e até mesmos nestes Facebooks. No meu site encontram-se diversos  depoimentos à disposição de quem tiver um mínimo interesse em estudar e aprender.

Conclusão:  bastaria este cidadão frequentar menos os Facebooks e destinar um pouco do seu tempo livre para ler e aprender. Basta desarmar o espírito, amar de fato a Raça Fila e não os mestiços que se encontram em muitos canis. Apenas isto.

Post nº 3: …os criadores atuais não têm absolutamente nada a ver com a mestiçagem...

Comentário: Bem, primeiro parabéns para este criador do CBKC que afinal é mais um que admite a mestiçagem. Mas, mesmo assim, eu discordo totalmente dele. Entretanto eu informo o motivo pelo qual eu discordo, apesar do autor desta postagem ter se esquecido de argumentar e esclarecer o motivo da afirmação dele acima. Meu entendimento é simples: se um criador é proprietário de um fila-mestiço, ao cruza-lo, esta ajudando a perpetuar a mestiçagem. Veja que isto é claro, evidente e óbvio. Isto é, ele não participou da mestiçagem original de Fila com Mastiff, Inglês, Mastin Napolitano e Great Dane; mas se ele, infelizmente, possuir um cão mestiço e o usar na reprodução, esta sendo cúmplice dos primeiros mestiçadores, pois esta reproduzindo mestiços e perpetuando a mestiçagem. É a mesma coisa quando alguém compra um imóvel com a documentação falsificada pelo vendedor e pelo cartório. Foi ele quem falsificou esta documentação? Claro que não. Mas, apesar disto, o imóvel dele encontra-se em situação irregular e até encontrar uma solução este imóvel estará prejudicado. No Caso Fila, qual a solução que defendemos? Transferir os cães mestiços e atípicos para a Raça Mastin Brasileiro que já formou quatro Variedades ( vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html ) bem distintas ao longo de quase 40 anos de cruzamentos. Será que esta solução tão óbvia — que é a melhor para a Raça Fila — é difícil de entender?

Conclusão: os cães mestiços, apesar de possuidores de pedigrees de Fila, tem que ser afastados do plantel de Filas para reprodução. É isto que o CAFIB vem fazendo há quase 35 anos. E é exatamente isto que muitos criadores sérios e com Filas típicos do sistema CBKC-FCI estão tentando fazer via o APR. É impossível se criar corretamente o Fila-CBKC sem controle e seleção, pois, como já foi dito, E TODO MUNDO SABE, a Raça Fila sofreu uma grande e terrível mestiçagem.

Post nº 4:  …o objetivo de Hitler também era a pureza racial!

Comentário: Só rindo mesmo… Pelo amor de Deus, esta postagem tirou o primeiro lugar!!! Como este cidadão não tem discernimento suficiente para entender que esta misturando criação de animais de raça com Seres Humanos? Segundo este cidadão todos os criadores de cães de raça, de cavalos de raça, de bovinos de raça, de equinos de raça seriam pessoas racistas e seguiriam uma terrível e maligna filosofia nazista… Só rindo mesmo com uma mega-bobagem como esta!

Conclusão: Pelo amor de Deus, que falta de cultura mais elementar. Será que este cidadão não se deu ainda conta de que acaba de agredir todas as criações de animais de raça? Qualquer criador decente de Fila, assim como de qualquer outro animal, deve criar objetivando a pureza racial e ter como objetivo o Padrão, quer seja do CAFIB ou do CBKC. Estes valores devem nortear suas criações. Confundir isto com preceitos nazistas de racismo entre seres humanos é o maior absurdo que já li.

Post nº 5: …já viram algum criador do CAFIB elogiar um Fila-CBKC?

Comentário: Claro, inúmeros. Eu mesmo tenho elogiado Filas típicos da criação do Fila-CBKC. Basta reler acima. Alem disto já elogiei tanto que recebi até elogios de Roberto Sene e Albert Halliwell por ter agido assim. Como eu venho dizendo há muito tempo: este pessoal precisa parar de reclamar, ler e estudar a Raça que desejam criar. Este é um dos propósitos do meu site (http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/ ): disponibilizar centenas de documentos e fotos para que os criadores formem seu juízo.

Conclusão: Sem estudo e conhecimento não chegarão a lugar algum. É por isto que muitos criadores do Fila-CBKC afirmam que o CAFIB esta muitos anos a frente do Fila-CBKC. Afinal, lembre-se do esforço sobre humano que sérios criadores do Fila-CBKC fazem para trazer de volta o APR. Lembrando que este seria apenas o primeiro passo para selecionar e controlar a criação do Fila-CBKC.

Post nº 6: …mas quando existe fanatismo, a coisa se complica e acaba virando SEITA.

Comentário: Infelizmente é muito comum, na falta de argumentos, apelarem para o exagero e até para religiões. O CAFIB defende apenas o Fila-PURO, isto é, típico, autêntico, genuíno e tradicional. Ou seja: diferente dos tipos e variedades de mestiços com sangue estranho à Raça Fila. Este cidadão tem que aprender a culpar os verdadeiros culpados que são aqueles que MESTIÇARAM o Fila e o clube/cartório que REGISTROU mestiços.

Conclusão: Não reclamem do CAFIB ou do Tio Chico que se preocupa apenas em preservar o Fila tal qual herdamos da Mãe Natureza. Se alguns criadores do Fila-CBKC comentam e identificam em Facebooks os diversos tipos de Fila-CBKC como sendo dos TIPOS “fila-atarracado”, “fila-toy”, “fila-aberração”, “fila-pet”, “mastiff-fila”, “napo-fila”, “fila-preto” e, mais recentemente tem até aparecido fotos de filas-mestiços que mais parecem terem sido recentemente cruzados com Bloodhound e Rottweiler(black and tan) esta criação realmente se complica e pode até virar uma “SEITA”… (rsrsrs). Mas certamente não por culpa do CAFIB.

Post nº 7: Quem foi o criador que mandou este email para o Tio Chico? Foi o Papai Noel?

Comentário: Veja que coisa interessante: conscientemente ou não este pessoal deste Facebook não comenta o essencial do “Pergunte ao Tio Chico nº 12”, isto é, as ideias do Fernando Lopes e minhas defendendo a divisão da Raça Fila em duas, com a criação da Raça Mastim Brasileiro ( vide: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html ). Em nenhuma postagem eles comentam, discordam ou contra-argumentam com profundidade e seriedade nossas ideias. Em qualquer Fórum de discussão sério este seria o procedimento adequado. Basta ler e discordar de forma inteligente, com educação e, principalmente, com argumentos. Mas não, nada é contra-argumentado. Nenhuma tese ou solução para a mestiçagem é apresentada. Apenas discordam sem expor o pensamento deles. Só estão preocupados em descobrir o autor do email-pergunta que deu origem a minha resposta do “Pergunte ao Tio Chico nº 12”. Por que será? Eu mesmo respondo: porque não têm argumentos… Pois a mestiçagem e seus efeitos nefastos estão ai revelados no fenótipo dos tipos ou Variedades  caninas encontradascom pedigree de Fila.

Conclusão: Não vou revelar quem me enviou este email que, alias, absolutamente nada de novo revelou, salvo a ideia do nome “Fila-CAFIB”. Eu vou continuar sempre protegendo minhas fontes e remetentes. Não sou dedo-duro para abrir o nome de tantos criadores – principalmente do Fila-CBKC — que me escrevem em confiança e alguns até pedindo confidencialidade. Atenham-se as teses que defendo. Se discordarem, apresentem seus argumentos. Ponto final.

Aproveitando: segundo as estatísticas da Locaweb as visitas ao meu site passaram de 3.725 em março/12 para 5.654 no mês passado.

Forte abraço, Chico.

Post nº 26 – Perguntem ao Tio Chico nº 12 – Sobre o nome da nova Raça Mastin Brasileiro – enviado em16/07/12

Perguntem ao Tio Chico nº 12

47. Tio Chico, apesar de ser criador do Fila-CBKC concordo plenamente com o email de Fernando Martins Lopes e acho que a Raça Fila deveria ser logo dividida em duas, conforme ocorreu recentemente com a Raça Akita, cuja história foi tão bem esclarecida por este criador e serviu de base para o seu “Tio Chico Informa nº 11”. Sem dúvida seria a grande solução para finalmente atingirmos a tão desejada pacificação da Raça Fila. Os criadores do CAFIB e do CBKC poderiam enfim tranquilamente criar os seus cães. Em minha opinião o CAFIB tem realmente um Fila homogênio e um tipo fixado. Mas acho que a nova Raça não deveria se chamar Mastim Brasileiro, mas sim, Fila-CAFIB. Neste caso seriam duas Raças: uma continuaria a ser o FILA BRASILEIRO, criado no CBKC  e a outra o FILA-CAFIB. O CAFIB deteria assim o controle e registro do FILA-IDEAL (autentico, genuíno e tradicional) da maneira como voces do CAFIB gostam de criar, resgataram da mestiçagem e mantém homogêneos há mais de 3 décadas. O FILA-CAFIB seria o máximo!  E nos continuaríamos a criar o Fila Brasileiro. Acho que seria justo porque toda a indignação e reclamação com a criação atual vêm do CAFIB e não dos criadores do Fila-CBKC. Voce já imaginou esta solução? Por favor pense nisto. Com muita admiração.

Caro amigo, gosto de receber emails com argumentação clara sobre o Fila, mesmo quando os pensamentos sejam diferentes dos meus. Afinal, dentro dos bons costumes e dos regulamentos, somos livres para fazer nossas escolhas. Infelizmente voce é uma exceção. Geralmente recebo emails com afirmações rápidas, sem consistência ou substância e seus autores não explicam seus pensamentos de forma clara ou apresentam documentos e fatos nos quais se baseiam. Acredite: às vezes o desconhecimento ou má fé é tão grande que alguns chegam até a inventar fatos e tentam mudar a história. Pena que devido ao meu trabalho não tenho muito tempo para responder como gostaria.

Desde o lançamento do meu site (http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/ ) em Março de 2.009 postei quase 100 artigos e documentos, a maioria de minha autoria e jamais tive os fatos por mim apresentados negados. Uma insignificante minoria discorda, mas sempre sem a necessária e indispensável contra-argumentação consistente ou com a apresentação de documentos.

Infelizmente é comum receber emails com afirmações erradas, meias-verdades, superficiais, levianas e que não se sustentam. Felizmente os emails agressivos têm diminuído muito. Mas, como já disse, não considero que tenha inimigos, nem levo nada sobre o Fila para o lado pessoal. Somos apenas adversários de ideias. Justamente por isto lancei  em 9/12/11 o “Tio Chico Informa nº 6” (vide: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/30_114/materia.html) com uma grande Consolidação com várias respostas já apresentadas nos últimos dois anos para não precisar mais ter que repeti-las.

Não sou dono da Verdade, mas acredito e defendo a minha. Entretanto sempre com educação, argumentos, lógica, nexo, fatos e documentos. Se provarem que eu estou errado, me desculpo e me corrijo na hora. Como já disse, não tenho compromisso com o erro, nem sou teimoso. Quem discordar de mim, que faça o mesmo, isto é, apresente seus argumentos. Aliás, como voce fez muito bem com relação a um possível novo nome, no caso de uma eventual e futura divisão na Raça Fila.

Primeiramente, fico muito feliz em saber que voce também achou a ideia do Fernando Martins Lopes muito boa e reconhece que o CAFIB possui “um Fila homogênio e um tipo fixado”. Outro criador do CBKC acrescentou que o Fila-CAFIB é o Fila realmente  autentico, genuíno e tradicional. Ou, como eu digo há quase 40 anos: “tal qual herdamos da Mãe Natureza…”

Penso que este excelente email do Fernando Lopes, com tantos detalhes sobre a Raça Akita que eu mesmo desconhecia, faz um casamento perfeito com minha proposta para a criação da Raça Mastim Brasileiro (vide em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html ) datada 31/05/11.

Eu realmente creio que a divisão da Raça Fila seria muito boa para o Fila, para a nova Raça a ser criada, para todos os criadores e clubes mas, principalmente, seria magnífica para o CBKC-FCI, que colocariam um ponto final nesta grande confusão do qual são os principais responsáveis. Não entendo como CBKC-FCI não perceberam ainda a grandeza desta decisão. Afirmo isto, pois, no inicio da mestiçagem (digamos de 1.974 até 1.976) o então BKC e a FCI dela não tinham conhecimento, nem tinha recebido as primeiras denuncias formais da mestiçagem sem controle e da consequente falsificação de pedigrees. Entretanto, acredito que a partir de 1.977 e, no máximo, de 1.978, o BKC-FCI já se encontrava devidamente informado sobre a mestiçagem e infelizmente optou por se omitir e continuar registrando e faturando com estes registros. Afirmo e provo isto, pois eu fui o primeiro denunciador sistemático e estas denúncias encontram-se todas no meu site. Basta navegar nele principalmente pelas décadas de 70 e 80. Ou, se preferir, ler o resumo na resposta nº 10 do “Perguntem ao Tio Chico nº 1”: ( em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/materia_75_port.html ) com as denuncias oficiais do CAFIB e minhas dirigidas ao BKC-FCI. Isto sem contar as conversas reservadas que eu tive com o ex-presidente do BKC Eugenio Lucena. Por outro lado, não sei se voce tem conhecimento mas “…em 1975 o BKC registrou ao redor de 1.000 Filas. No ano seguinte, o número de registros de Fila pulou para 1.500. Em 1977 este número já passava dos 3.000 registros, que chegaram a mais de 8.000 em 1.982. De 1977 até 1.982 o Fila Brasileiro foi a raça que mais registrou filhotes no BKC, ficando em segundo lugar até 1.985. A partir daquele ano os registros diminuíram, mas permaneceu sempre entre as 10 raças que mais registravam filhotes até 1996.” (vide na “INTRODUÇÃO” do meu site, capitulo “BKC 1” clicando em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/1.html ). Voce conseguiria imaginar quanto esta quantidade de Filas e mestiços com pedigree de Fila gerou para os cofres do BKC-CBKC-FCI em termos de registro de cães, de ninhadas, de registros e anuidades de canil e de taxas de inscrição em exposições? No meu entendimento justamente neste faturamento encontra-se o grande motivo da omissão do então BKC, hoje CBKC. Ou seja: a maquininha registradora do “cartório” estava funcionando a toda… (rsrsrs).

Alem disto, cabe ressaltar que nem os atuais presidentes do CBKC nem da FCI participaram, nem foram coniventes com esta opção pela omissão, decidida por estes clubes na década de 70 e 80.  Apesar de que ambos claramente optaram por seguir em frente com esta herança recebida da mestiçagem na Raça Fila. Logo, a enorme confusão moral e jurídica ainda permanece.Por isto, tenho a plena convicção de que caso Sergio de Castro, presi do CBKC, optasse por dar esta solução, entraria para a nossa história como o “Padrinho do Fila”, bem como teria nossa eterna gratidão.

É comum receber emails de amigos com postagens de criadores em Facebooks que afirmam terem o direito de criar como bem entendem seus cães e de os cruzarem como bem desejarem. É claro que estes criadores tem este direito inalienável. Mas não se trata disto. Esta afirmação é ingênua e, no caso, muito incompleta. O CAFIB e todos aqueles que são contra a mestiçagem completam este pensamento acrescentando que o problema não é cruzar, MAS SIM REGISTRAR MESTIÇOS COMO SE FILAS PUROS FOSSEM. Trata-se de falsidade ideológica, de falsificação de pedigree e de fraude em documentação cartorial. Esta é a causa do grande problema e tremenda confusão que existe na criação do Fila. E foi justamente desejando resgatar o Fila da extinção e com o intuito de preserva-lo tal como o herdamos da Mãe Natureza, contra esta mestiçagem e a falsificação de pedigrees, que o CAFIB foi fundado em 1.978 no seio do BKC. Entretanto, em poucos meses, o CAFIB se viu obrigado a rompeu com o BKC-FCI e se tornou clube independente devido a inércia e falta de compromisso do BKC-FCI para com a manutenção da pureza racial na Raça Fila. Exatamente como ocorre em todas as outras Raças. Lembrando que o CAFIB foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura em 1.983. Apenas isto.

Voce compraria um apartamento cujo Cartório tivesse registrado este imóvel na esquina da Av. Paulista em São Paulo com Av. Atlântica no Rio? Claro que não, pois este registro seria falso. Então por que compram Filas que não são descendentes de Filas? É exatamente a mesma coisa. Mas brasileiro é bonzinho e não reclama (rsrsrs)… Na cultura do nosso Patropi, errado é o chato que reclama, não quem vende gato por lebre. Ou mestiço por Fila…

Com o passar dos anos, as denuncias de mestiçagem na Raça Fila acabaram vindo de todas as fontes e deixou de ser “monopólio” do CAFIB. Já denunciaram esta mestiçagem, entre muitos outros, alem de dezenas de cafibeanos: Eugenio Lucena,ex-presi do BKC e CBKC e Chris Habig,atual vice-presi da FCI. Bem, penso que pela importância destes dois cargos estas denuncias já seriam por si só suficientes, mas podemos ainda resumidamente acrescentar: Paulo Godinho (jornalista e juiz do CBKC), Antônio Carvalho Mendes (ex-jornalista), Antônio Carlos Linhares Borges (criador e escritor do Unifila), Enio Monte e Procópio do Valle (ex-criadores do BKC e CBKC), Ines Van Damme (escritora), bem como diversos criadores, dirigentes e ex-Conselheiros do CBKC. Será que os criadores de Fila, o CBKC e a FCI acham que precisam ainda de mais denuncias? Claro que não. A mestiçagem e seu descontrole  é, infelizmente, um fato mais do que comprovado. Todos estes depoimentos encontram-se em meu site. Quer um resumo? Basta ler, ver e ter coragem de enfrentar.

Afinal, são criadores de todos os clubes, principalmente do CBKC, que escrevem nos Facebooks sem a menor cerimônia sobre a existência dos “tipos” mestiços identificados como “fila-atarracado”, “fila-toy”, “fila-aberração”, “fila-pet”, “mastiff-fila”, “napo-fila”, “fila-preto” e, mais recentemente tenho recebido até fotos de filas-mestiços que parecem terem sido recentemente cruzados com Bloodhound e Rottweiler (black and tan). Tudo bem, podem cruzar a vontade. Mas o ilegal e criminoso é registra-los como sendo da Raça Fila Brasileiro. E, no meu modesto entender, o crime de falsidade ideológica é de quem solicita o registro e de quem o efetua.

Em 1.993 eu fui à primeira Análise + Expo do CAFIB-USA. Neste evento conheci Elvin Eaton, presidente da ARBA (American Rare Breed Association) e ele me apresentou a criadores do American Bulldog. Sabe qual é a história desta Raça e como os americanos conseguiram recriar o que eles entendiam ser o antigo Bulldog Inglês, com altura e força suficiente para tourear e derrubar um boi? Alem de respirar com facilidade (rsrsrs)? Com anos de muito trabalho, pesquisa e com a ajuda se não me falha a memória da Universidade de Cornell. Bem diferente da história do Fila onde foram cruzando irresponsavelmente e sem controle Fila com Mastiff Inglês, Mastin Napolitano e Dinamarquês. Meu amigo, sem um tremendo e longo trabalho genético não se chega a nenhuma evolução genética. Não se passa do estágio inicial da mestiçagem!!!  Mas no nosso Brasil tudo é fácil e mágico. Para tudo se dá um jeitinho. E no caso do Fila foi falsificando pedigree… Tudo termina em pizza e samba… Um “criador” que começa hoje, amanhã quer parir um Grande Campeão. Outros, coitados, são criadores de cães adultos comprados em outros canis…  Principalmente nos canis do CAFIB. Me poupem, não é mesmo? Esta turma precisa arregaçar a manga e fazer como o CAFIB: trabalhar, selecionar, controlar, analisar. Qualquer criador com poucos anos de estrada se considera um Mestre e passa a “deitar” regra, não escuta, não estuda, não aprende. Quer logo “sentar na janela”, como diria o nosso grande Romário.

Agora, me responda com muita objetividade e sinceridade uma coisa: se existe a mestiçagem, existe mestiço; se existem mestiços o que os criadores que realmente amam e desejam criar e preservar a Verdadeira Raça Fila pretendem fazer com estes exemplares mestiços que não são Fila? Em minha opinião o CBKC-FCI e seus sócios só têm duas respostas para esta pergunta: fingir que os mestiços não existem, continuar criando este cão como se Fila fosse, vendendo, ganhando prêmios, se iludindo e enganando terceiros, bem como faturando registros e taxas; ou separar os exemplares mestiços da raça Fila. Muito simples, não é mesmo?

Sem duvida não é uma operação simples, mas convenhamos, não é uma “Escolha de Sofia”, onde a Maryl Streep teve que optar por apenas um entre seus dois filhos. No nosso caso, Graças a Deus, um é Fila, o outro não. “Qual voce prefere?” (vide http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro/index.html ). E, cá para nós, meu amigo, o CAFIB vem agindo assim por meio de nossa Análise de Fenótipo e Temperamento de forma muito positiva há quase 35 anos. Desta maneira formamos o nosso plantel de Filas, que voce mesmo considera homogênio e que encontram-se na qualificação Ótimo, Muito Bom, Bom e Regular, com ou sem restrições para cobertura. E nossos pedigrees podem ser até cassados mediante evidencia de mestiçagem e/ou atipicidade apresentada via filhotes/progênie. Mas a maioria dos criadores do CBKC fingem não saber ou sequer sabem sobre o nosso rígido sistema de controle, seleção e Regulamento.

Isto mesmo: o CAFIB é um clube focado em criar e preservar o Verdadeiro Fila !!! No caso dos cães reprovados pelo CAFIB, estes poderão ir se alinhar ao CBKC ou não irem para clube algum. Mas, e os cães mestiços e atípicos que vierem a ser reprovados e afastados pelo próprio CBKC, para onde iriam???

É justamente ai que o email do Fernando Lopes chega de forma extremamente esclarecedora, contando com riqueza de detalhes a divisão da Raça Akita em duas. Pois se tratavam de Raças semelhantes, porem distintas. E mais: esta divisão é muito recente, visto que ocorreu entre 2.000 e 2.005. Então eu te pergunto: se a FCI agiu assim no Caso Akita, juntamente com o AKC e o JKC, por que não fazer o mesmo no Fila, decidindo apenas com o CBKC?

Logo, a meu ver, a solução para o assunto acima é apenas uma: os cães que não tivessem o fenótipo e o temperamento característico do Fila seriam transferidos e passariam a constituir uma nova Raça. Exatamente como ocorreu no Caso Akita.

Logo, não adianta alguns poucos criadores postarem no Facebook esta choradeira requentada e sem argumentos de que minhas opiniões carecem de validade pois não sou criador. Ora, estes pobres coitados e suplicantes desconhecem e não dão valor aos historiadores, documentaristas  e aos críticos. Se discordam de mim, ok, sem problema algum. Basta me apresentar seus contra-argumentos. É assim que funciona o mundo civilizado: discordar sempre com ARGUMENTAÇÃO. Mas, no fundo, eu acho que os entendo: desejam me censurar previamente, pois tem muito medo das minhas verdades e do conteúdo delas.

Da mesma forma também não adianta outros criadores do CBKC postarem no Facebook que deveriam abandonar o CBKC em busca da ACB. Será que estes criadores ainda não aprenderam com o CAFIB? Por que o brasileiro tem esta mania de procurar a “proteção” num Pai? O Fila não precisa nem destes clubes nem mesmo da FCI, pelo simples fato de que o Fila é brasileiro e nossas matrizes estão no Brasil. Ao contrário de criadores nacionais de raças estrangeira que sem o pedigree da FCI, AKC e The Kennel não conseguem dar dois passos. E a prova disto é o CAFIB que daqui há pouco estará completando 35 anos INDEPENDENTE E NÃO ASSOCIADO a estes clubes. Este foi o grande erro do Henrique Lucena, ex-presi do BKC-CBKC, quando me disse em 1.979 que o CAFIB não completaria um ano de vida fora do BKC. Ele estava errado, pois, apesar de inteligente, não foi esperto o suficiente para perceber que o Fila é brasileiro. Nós exportamos cães, não os importamos.

Bem, como voce pode ver, ou melhor, ler, apesar de não ser criador… (rsrsrs) eu gosto muito do Fila, tanto que escrevi bastante e ainda não comentei sua principal pergunta sobre os nomes das Raças.

Vamos lá, mas, primeiro, permita-me comentar que no seu email abaixo não entendi sua colocação sobre o assim chamado “fila-preto”. O CAFIB segue, obviamente, o Padrão do CAFIB. De forma simples, diria que este nada mais é do que é o primeiro padrão da Raça Fila redigido por volta de 1.950 para o BKC principalmente por Paulo Santos Cruz e que em 1.978 foi atualizado e revisado por ele e pelos fundadores do CAFIB. Neste Padrão também foram acrescentadas as faltas desqualificantes decorrentes da mestiçagem, e dele não consta no Fila Puro a cor preta. Mesmo porque, por si só, a cor preta  não é a responsável pela reprovação dos cães. Ela  é a evidencia de mais fácil identificação, porem são as características externadas pelas raças  transmissora do preto que nos dão conta da atipicidade do animal. Ao contrário, no excepcional artigo do Dr. Paulo escrito em 1.978 para o nº 1 do nosso Jornal O FILA e intitulado “Como distinguir um Fila Puro de um Mestiço” (vide em  http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/8-Documentos-de-1978/8_30/materia.html ) encontramos: “Fila com Napolitano: cor preta ardósia…” e “Fila com Dinamarquês: preto azeviche…” . Logo, obviamente, o CAFIB não segue o Padrão CBKC onde o preto é permitido.

Outro fato que penso diferente de voce e, assim, dou meus argumentos: o BKC, hoje CBKC, era oficial, somente enquanto único clube conveniado com o Ministério da Agricultura e que detinha então o monopólio de emissão de pedigrees no território nacional. Quando em 1.983 o mesmo Ministério da Agricultura, reconheceu o CAFIB, autorizou nossa emissão de pedigrees e até registrou a Raça Fila, pois o BKC havia se esquecido deste pequeno detalhe… (rsrsrs) o BKC, no meu entender, deixou de ser oficial, sendoo seu sucessor CBKC até por duas vezes afastado deste Ministério. A última vez foi em 2.010. Ora, se perdeu o monopólio, deixou de ser oficial, certo? Logo, eu não concordo com estes termos pomposos tais como a tal da “cinofilia oficial” usado por criadores repetidamente e sem nenhum argumento inteligente. Meu amigo, um Clube, assim como uma empresa, vale pelos bons serviços que presta e pela competência que tem. Se voce acha que a dupla CBKC-FCI desempenha um bom trabalho e tem cuidado com atenção da Raça Fila, ok, sem problemas, continue com eles. Eu me mandei em 1.978 e estou muito feliz… O BKC foi e o CBKC é tão oficial quando a ACB e o CAFIB. Da mesma forma que no exterior, entre vários outros clubes, predominam AKC, The Kennel e FCI.

Bem, amigo, finalmente cheguei ao seu ponto principal: um nome para a nova Raça. Mas primeiro, permita-me discordar de voce quando afirma que “…A INDIGNAÇAO, RECLAMAÇAO  VEM DO CAFIB…” pois, pelo que leio e recebo de emails dezenas de criadores do Fila-CBKC estão descontentes com a política adotada para a Raça Fila por este Clube. Basta ler os Facebooks, lembrar que o presi do Conselho da Raça recentemente renunciou e que os membros atuais apesar de favoráveis ao APR  não conseguem instaura-lo, etc… Lembre-se que o APR foi instituído e dois meses depois foi cancelado, apesar deste ser o primeiríssimo passo para se selecionar e controlar a criação do Fila. Logo, não creio que seja aquela velha história dos “incomodados que se mudem”, pois existem muitos “incomodados” no seio do CBKC. Encontramos até criadores do CBKC que abertamente no Facebook defendem a ideia de migrar para a ACB.

O NOVO NOME:

Em minha opinião o Fila esta acima de todos os criadores e clubes. O Fila é um caldeamento de raças tipicamente brasileiro, regido que foi pela Mãe Natureza, com um borogodó único (rsrsrs). Logo, sejamos simples: o que é Fila, tem que continuar sendo chamado de Fila. Afinal, apesar dos mestiços, o  CBKC tem muito Fila Típico. O CAFIB mais ainda. Por que modificar o nome do que esta certo em detrimento do que foi ilegalmente experimentado e se chegou a um tipo parecido, mas diferente? Me perdoe, mas não consigo ver a menor lógica nisto.

Por que passar a chamar de Fila um grupo de cães que são fruto da mestiçagem consciente, mas sem controle e que foi principalmente realizada na década de 70 e 80 e que hoje já formam tipos bem distintos conforme apresentei em minha proposta de criação da Raça Mastim Brasileiro (http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html  ) e são queridos e admirados por seus criadores? Por outro lado, não vejo demérito algum em se criar uma nova Raça com o nome de Mastim Brasileiro. O Mastim é um tipo canino encontrado e admirado em todo mundo. Temos o Mastin Tibetano, Mastiff Inglês, Bull-Mastiff, Mastim Napolitano, Mastim Português, Mastim Espanhol e tantos outros. Creio firmemente que este seria um excelente nome, reconhecido com facilidade e que seria muito admirado por todos. Acabaria assim tanta confusão e teríamos o sonhado apaziguamento da Raça Fila. Assim como ocorreu com a Raça Akita.

Amigo, é desta forma que penso. Se discordar de mim, sem problema algum. Peço apenas que o faça defendendo suas ideias com argumentos e com conteúdo consistentes. Voce terá meu respeito.

Desculpe ter me alongado. Tomara que nos encontremos em Itanhadu.

Forte abraço,

Chico Peltier.

Post nº 25 – Tio Chico Informa nº 11-B – Sobre a “oficialidade” do CBKC – enviado em 16/07/12

Tio Chico Informa nº 11-B

Meu amigos,

Para aqueles que ainda teimam em afirmar ou ingenuamente em acreditar na exclusiva “oficialidade” do CBKC na emissão de pedigree, como se este fosse o único clube canino no Brasil com direitos de registrar caninos, segue abaixo o excelente artigo do Juiz Eduardo Jorge Barbosa de Novais, com mais uma argumentação irrefutável que comprova que alem do CBKC, os clubes ACB, SOBRACI, CAFIB e SBCCPA encontram-se perfeitamente aptos a registrar cães em nosso país.

Abraços,

PARECER TÉCNICO SOBRE O REGISTRO DE CÃES

Em nome da verdade e no sentido de contribuir para o restabelecimento da harmonia entre os cidadãos que amam e criam cães de raça pura, emito o seguinte parecer.
Em todos os países o controle sobre a criação de animais, quando existente, foca-se exclusivamente sobre os chamados animais de produção, assim conhecidos aqueles que são utilizados para a alimentação humana. O poder público não tem interesse no controle sobre a criação de animais domésticos, que geralmente é feito livremente por associações de criadores. Assim é o costume do que também acontece no Brasil, para registrar animais de raça pura das espécies caninas, felinas e outras. Desta forma as instituições que se dedicam a tal mister, fazem o registro genealógico com a subseqüente emissão de “pedigrees”, exclusivamente a partir das declarações dos interessados.
Existem três entidades que cumprem com esta tarefa no nosso país, para o registro de cães de todas as raças. Pela ordem de número de registros elas são: CBKC – Confederação Brasileira de Cinofilia, ACB – Associação Cinológica do Brasil e a SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia. Existem ainda duas associações para o registro específico de duas raças, que são: a SBCCPA – Sociedade Brasileira de Criadores de Cães Pastores Alemães e o CAFIB – Clube de Aprimoramento da Raça Fila Brasileiro. Todas exercendo os mesmos direitos constitucionais da livre associação, com renda própria, regulamentos próprios e corpo de associados próprios. Dir-se-ia que o “pedigree” de qualquer uma vale tanto quanto o de outra. Posto que registram-se os animais da mesma forma, a partir de declarações dos donos de fêmeas e machos envolvidos na reprodução. Estas entidades remuneram-se desta prestação de serviço cartorial, sem exclusividade ou qualquer interferência governamental que desse destaque ou cunho “oficial” a qualquer uma delas. Todas são iguais perante a lei, portanto os documentos que emitem idem.
Abusando da condição de ser a maior, a CBKC adota uma atitude monopolista de tentativa de desqualificação dos documentos (“pedigrees”) emitidos pelas suas congêneres, vistas pela mesma como concorrentes, o contrário não acontece. Como se não estivéssemos num país onde o cidadão tem o direito de escolha. Não bastando o uso da artimanha, a CBKC tenta ainda implantar a falácia de que só os seus “pedigrees” tem validade internacional. Ao tempo que se desconhece qualquer intervenção do nosso Ministério das Relações Exteriores, o Itamarati, nos assuntos relacionados ao registro e o controle da criação de cães, bem como o seu intercâmbio de outros países com o Brasil.

O que há é que, em busca de uma imagem de validade internacional dos seus atos, a CBKC filiou-se a uma certa FCI – Federação Cinológica Internacional, com sede na obscura cidade de Thuin, na Bélgica. Esta FCI não emite pedigrees, não forma árbitros de exposições, tampouco realiza concursos, como as exposições caninas; sendo exclusivamente uma instituição arrecadadora de fundos, que “aluga” este presumível “selo de reconhecimento internacional”.
As maiores cinofilias (criação de cães de raça pura) do mundo são praticadas nos países: Estados Unidos, Inglaterra (berço da cinofilia) e Canadá. Como no Brasil, nestes países há vários clubes e federações; nenhuma delas é filiada a FCI. Cito por exemplo, alguns clubes cinófilos de âmbito nacional dos Estados Unidos, para registro de cães de qualquer raça: AKC – American Kennel Club, UKC – United Kennel Club, ARBRA – American Rare Breeds Association, ADBA – American Dog Breeders Association, FIC – Federation of International Canines. Há ainda centenas de clubes especializados no registro de cães de raças específicas. Em qualquer uma deles um “pedigree” brasileiro poderá ser aceito, pois eles não manifestam qualquer veto a qualquer “pedigree” emitido por entidade estrangeira, muito menos especificamente os emitidos pela ACB. Portanto estas instituições poderão validar qualquer documento, aceitar qualquer cão em exposições, convidar qualquer juiz de qualquer instituição estrangeira. E assim o fazem.
Eu mesmo, um membro não filiado a CBKC e sim a ACB, já arbitrei exposições por duas vezes (em 1997 e 2002) nos Estados Unidos, a convite do FBA – Fila Brasileiro Association, na cidade de Dallas, no estado Texas. Estou de novo convidado a repetir este trabalho em novembro deste ano de 2005. Este clube aceita qualquer “pedigree” brasileiro e não mantêm subordinação com a FCI ou a CBKC, tampouco a qualquer outro clube. A exemplo do que ocorre em todo mundo, é um clube independente, mantido pelos seus sócios e livre de tutela de governo ou de qualquer outra instituição cinófila. Por outro lado, nos países em que há clubes filiados a FCI, há inúmeros outros clubes que não o são e que portanto reconhecem os “pedigrees” de clubes também não filiados a FCI. A prática da cinofilia no Brasil não é exclusividade da CBKC e no mundo não é de clubes filiados a FCI.
Tenta assim a CBKC fazer com que a sociedade brasileira pense que a mesma é única em sua função e que a FCI, sua projeção internacional, é única no mundo. Por conseqüência, se assim fosse, quem não possuísse um cão com “pedigree” emitido por sua instituição, estaria privado de participar da cinofilia. Tudo isto é uma grande falácia que tem contribuído para implantar a cizânia entre os homens de bem do país que criam e amam seus cães.

Salvador, 23 de maio de 2005.

Este artigo é de autoria de Eduardo Jorge Barbosa de Novais (membro da ACB).

Post nº 24 – Uncle Chico Reports No. 11 – About the division of the Akita Breed – sent Jul,1st-2.012

Uncle Chico Newsletter nº 11

Dear Sir,

For your guidance please find below the excellent email-testimony received from the breeder Fernando Lopes Martins, São Paulo-Brazil, about  the recent division of the Akita Breed in the breeds Japanese Akita and American Akita, which certainly serves as a great example for the solution of various problems and disharmony that we find among the Fila Brasileiro breeders controlled and registered by the FCI-CBKC.

I hope that the FCI and CBKC with consistency, wisdom, equality, and humility, will study this possibility suggested in the email below in order to redeem the blunders of the past in order to help make the Fila Breed controlled by a FCI-CBKC a homogeneous and appeased breed.

Sincerely, Francisco Peltier.

Uncle Chico Reports No. 11

De: Fernando Lopes [mailto:fernando.martins.lopes@hotmail.com]
Enviada em: domingo, 1 de julho de 2012 13:45
Para: Chico Peltier – Cafib
Assunto: Fila Brasileiro.

(Translated)

Dear Uncle Chico,

You do not know me. My name is Fernando Martins Lopes (Suzano – SP, Brazil). My family has bred the American Akita since 1978 (Alcimar Kennels). I continued with my own America Akita breeding and founded the Nakayama Kennel. More recently, I started to breed the Fila Brasileiro, also. Only recently, I became aware of the depth and seriousness of the work undertaken and performed by CAFIB. You deserve all congratulations. I am convinced that if not for the dedication of the CAFIB the Fila would no longer exist. Only cross-breed dogs. It’s amazing to reach the conclusion that the more traditional Brazilian canine breed was forgotten by the CBKC and, together with the FCI, both continue to omit the problems of pedigree records and cross bred dogs, entirely. Those have been awarded in Shows, causing enormous confusion among breeders and that much discussion, causing disharmony.

My goal in this email is to make my experience with the Akita breed public, understanding what can be very useful for the breeding of the Fila Brasileiro.

1. A little history on the Akita breed:

The Akita breed was originated in Japan. In 1630 these dogs were widely used to hunt bears in an area called the Akita. At that time the only known Akitas were the Matagis. In 1868, some breeders decided to cross these dogs with Mastiffs and Great Danes, in order to increase the size of the Akita and to participate in baiting. In 1908 baiting was prohibited, but the breed was preserved, because they obtained a larger and much more robust size. Years later the breed was established as a Natural Monument of Japan. During the Second World War an order was given to capture all dogs in the region to make clothes for the soldiers which was made from the skin of animals, sparing only the German Shepherd dog breed, as this breed was widely used for military purposes. In order not to lose their dogs, breeders began to perform crosses between German Shepherd Dogs and Akitas in an attempt to circumvent this law. With the end of the Second World War the number of Akitas was dramatically reduced, so there are only three variations of the breed: Akita Matagis (used in hunting), Fighting Akitas (used in dog fighting) and Akitas Shepherd (having larger size).

During the process of restoring the original breed, dogs with the characteristics of the Mastiff and the German Shepherd breed, called Dewa, managed a great, but transient popularity. Likewise I expect this to happen in Brazil, with the “cross-bred fila”, the “midget-fila”, the “black-fila” and etc … since they do not represent the True Fila Brasileiro.

Many of these Akita dogs were brought to the United States by members of the U.S. Armed Forces. The Akitas from the Dewa line fascinated American breeders who developed and perfected these lines, thus increasing the number of breeders and the popularity of the Akita in the U.S.

In 1952, the Akita Club of America was founded and in October of 1972 the American Kennel Club recognized this breed. At the same time, the AKC (American Kennel Club) and the JKC (Japan Kennel Club) could not reach an agreement for recognition of their pedigrees and thus closed the doors for new bloodlines brought from Japan, therefore, the American Akitas became considerably different from the Japanese Akitas, since they were developed in the United States, from Akitas to the characteristics of the Mastiff breeds and Shepards, while Japan sought to purify the Breed to regain the line of Akitas Matagis of 1630.

From the recognition of the Akita breed by the AKC, Akita owners and breeders of American countries were members of the FCI in havoc, much like today with the Fila, since they were owners of beautiful animals, with the right to the issue of pedigree, but seen as bad copies in shows and penalized by having features not supported in the FCI Akita Standard (based on Japanese type), because they had the presence of the black masks, coat colors besides red, white and brindle and a larger and more robust size. The Akitas having a black face, this time as they were called, were for a long time, broken down by dog lovers and clubs.

However, in 1996 was provisionally decided that the American type Akita would be a distinct breed and be called American Akita. Soon after, in 1998, the breed was called Great Japanese Dog going for Group 2. Later, on January 1, 2000, the breed was officially recognized by the FCI and the conclusion of this process occurred on July 6, 2005 when the breed back to the group 5 and is now called American Akita definitively.

That is what happened with the Akita. Until very recently it is presently the case with the Fila Brasileiro, a lot of confusion and variety of types, as you point in your proposal for the creation of Brazilian Mastiff Breed at http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia_eng.html . Today, no one disagrees that there is a CAFIB-Fila and a CBKC-Fila. Only CBKC and FCI still pretend not to know this fact. In the group of CBKC-Fila are accepted all types of dogs (Fila ???), even those that are rejected (= fail in Analysis) by CAFIB as it shows up the evidence of mix breeding in these specimens, from illegal crossings made with English Mastiff, Mastin Napolitano and Great-Dane, mainly from 1973 until 1985. In other words: it is common knowledge that there is a CAFIB-Fila, whose type is the traditional and original Fila and the CBKC –Fila where, beyond such unfortunately also found many types of “cross-breed fila”, which you call with much property “Mastim Brasileiro”

It is therefore necessary that the CBKC and FCI unite and make a proper distinction between these two types of Filas, just as the FCI, AKC and JKC made with respect to the Akita. Why Fila Brasileiro not deserve the same treatment and respect from the FCI? Why doesn’t the CBKC face its responsibilities in this process?

2. My history with the Akita breed:

I know exactly what I am saying because of my involvement with the American Akita since early childhood, for my family breeds Akita since long ago. My late godfather, Mr. Alcides Rocha Krueguer (Alcimar Kennels) was one of the pioneers of this breed in Brazil. For my family, it was forbidden to breed another breed, but since childhood I have always liked the Fila. When I got married in 2000 I decided to start in addition to the American Akita, the Fila. Unfortunately, as I did not know much about this breed, I chose to buy sons of dogs called “champions”. I came to form a kennel with 14 “filas”, that is actually 14 “mix-breed filas”  despite “excellent” pedigrees and many “awards”… I gave away all these “mix breeds”. It took many years and finally met and I’ve been following CAFIB’s work, but also following the neglect from the CBKC and FCI, and the destruction some CBKC breeders have been doing with this wonderful Brazilian breed. Especially those who insist on breeding the so-called “midget-fila”, and the “aberration-fila”.

If in those days the CAFIB-Fila was very different from the CBKC-Fila today there are two totally different breeds. In the past weekend I was at an Show in Biritiba Mirim-SP where I could see firsthand that the way I want to follow is the opposite of the CBKC -Fila. I was exchanging ideas by e-mail some time ago with Fernando Zanetti (former CAFIB president, and presently CAFIB director and judge) and at this Show I met him personally, along with Caico Amaral (also former CAFIB president, and presently CAFIB judge and director) and both were willing to help me. Do not want to make a mistake again. I want to restart my Fila breeding with the True CAFIB-Fila, supporting CAFIB ideals.

3. My conclusion:
Therefore, I can say that this separation occurred in Akita Breed was the best solution for all breeders and clubs. Both, for those American Akita breeders and Japanese Akita breeders. All are very satisfied. In the case of the Fila Brasileiro would be even easier, since the only world club that recognizes the Fila is the FCI. That is, there was no involvement between the FCI and the American Kennel Club (AKC) and much less with the Japan Kennel Club. That is, CBKC and FCI can resolve this matter quickly, easily and internally. These clubs have to get out of inertia and omission by taking responsibility for this mess that has become the Fila breeding in the world. There’s no more to ignore about it. Indeed, as said by Fernando Zanetti: “in fact this great confusion stems from the fact the trio CBKC-BKC-FCI, had not had proper policing with the issue of records (pedigrees) under its responsibility, allowing mixed-breed dogs were registered as real Filas. For non-issue with due care and attention these records and charge for this service provision, I understand they were at least complicit in the practice of forgery, falsification of documents, records and the practice of fake notes, since the time BKC-CBKC had control records and pedigree dog that had been assigned and agreeded by the Ministry of Agriculture, which only ceased in 2010. And this serious failure has occurred and occurs even though all expressed complaints made since the late 70’s not only by CAFIB, but also by the former BKC president’s, Mr. Henrique Lucena, the current FCI vice president, Mr. Christopher Habig, by journalists and dozens of breeders not only from CAFIB, but also from Unifila, SPFB and even by CBKC Council Advisers for the Fila. That is, everybody knows, but pretends to play that mixed-breeding and mixed bred dogs do not exist. Therefore, I understand that the correct and urgent thing to be done is for the FCI and CBKC to immediately repair this grave error, and for this, there would be no need to revoke any pedigrees: just keep in real Fila dogs with the Fila phenotype and temperament in the Fila Breed Records and create Mastim Brasileiro where all the mix-breed and atypical dogs would be transferred to”. Recalling further that Uncle Chico wrote: “the FCI and CBKC respect neither their own Regulations (see STATUTES OF THE FCI – Article 2  Objectives) that stipulate that these clubs could only register and show purebred dogs”. Thus, it would be a great opportunity for the CBKC and the FCI to resolve this huge problem created by these two notary institutions and thus redeem this black past.

Uncle Chico, this is my contribution to the Fila and now I authorize you to send this email to all your Fila friends and contacts, because my one true goal is to contribute seriously with my knowledge about the separation made in the Akita breed by the FCI, AKC and JKC in two breeds, with the creation of the American Akita and Japanese Akita Breeds. Because I understand that this would be the best solution to the problems all breeders, judges and clubs face today in the Fila Brasileiro where we can find the traditional and original Fila type that is preserved by CAFIB, as well by some CBKC breeders; but we also find several types registered at CBKC  that you call Mastim Brasileiro which is from the mix breeding without any control with the bloodlines of English Mastiffs, Neapolitan Mastiffs and Great Danes, from the mid-1970’s, which is now increasingly found and that was very well demonstrated by you in http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia_eng.html

Sincerely, Fernando Martins Lopes – Nakayama Kennel

Post nº 23 – Tio Chico Informa nº 11- Sobre a divisão da Raça Akita – enviado em 1/07/12

Tio Chico Informa nº 11

Senhores,

Para seu conhecimento segue abaixo na íntegra o excelente depoimento recebido por email do criador Fernando Martins Lopes,de São Paulo, sobre a recente divisão da Raça Akita nas Raças Japanese Akita e American Akita, que certamente serve de ótimo exemplo para a solução de diversos problemas e da desarmonia que encontramos entre os criadores da Raça Fila Brasileiro controlados e registrados pela FCI-CBKC:

Espero que a FCI e o CBKC, com coerência, sabedoria, igualdade e humildade, estudem esta possibilidade sugerida no email abaixo, a fim de se redimirem dos graves erros do passado, a fim de ajudarem a tornar a Raça Fila controlada pela FCI-CBKC numa Raça homogenia e apaziguada.

Em breve este email será traduzido para o inglês e também reenviado para voces.

Atenciosamente,

Francisco Peltier.

Tio Chico Informa nº 11

De: Fernando Lopes [mailto:fernando.martins.lopes@hotmail.com]
Enviada em: domingo, 1 de julho de 2012 13:45
Para: Chico Peltier – Cafib
Assunto: Fila Brasileiro.

Caro Tio Chico,

Voce não me conhece. Meu nome é Fernando Martins Lopes (Suzano – SP). Minha família cria desde 1978 o American Akita (Canil Alcimar) e dando seguemento eu criei o (Nakayama Kennel) e, mais recentemente, eu passei a criar também o Fila Brasileiro. Mas somente há pouco tempo tomei conhecimento da profundidade e da seriedade do trabalho desenvolvido e realizado pelo CAFIB. Voces estão de parabéns. Estou convencido de que se não fosse pela dedicação do CAFIB o Fila não mais existiria. Apenas mestiços. É incrível se chegar a conclusão que a mais tradicional raça canina brasileira foi esquecida pelo CBKC e que, juntamente com a FCI, ambos continuam se omitindo completamente em relação aos problemas de registros de pedigrees e resultados de exposições onde cães atípicos e mestiços são premiados, causando uma enorme confusão entre os criadores e que tanta discussão e desarmonia causam.

Meu objetivo neste email é tornar público a minha experiência com a Raça Akita, naquilo que entendo pode ser muito útil para a criação do Fila Brasileiro.

1. Um pouco de história da Raça Akita:
A Raça Akita é originária do Japão. Em 1.630 estes cães eram muito utilizados na caça aos ursos numa região denominada de Akita. Nesta época conhecia-se apenas o Akitas Matagis.
Em 1.868, alguns criadores resolveram realizar cruzas destes cães com Mastiffs e Dogues Alemães, com o intuito de aumentar o porte dos animais para participarem de rinhas. Em 1.908 as rinhas foram proibidas, mas a raça foi preservada, por terem obtido um porte maior e bem mais robusto. Anos mais tarde a raça foi consagrada como Monumento Natural do Japão.
Durante a segunda Guerra Mundial foi ordenada a captura de todos os cães da região, para a confecção de roupas militares que eram feitas com a pele dos animais, preservando apenas os cães da raça Pastor Alemão, pois esta raça era muito utilizada para fins militares.
Para que não perdessem seus cães, os criadores começaram a realizar cruzas de Akitas com Pastores Alemães na tentativa burlar esta lei. Com o final da segunda Guerra Mundial o número de Akitas estava reduzido drasticamente, existindo assim apenas três variações da raça: Akitas Matagis (usados na caça), Akitas de combate (utilizados em rinhas) e Akitas Pastores (com maior porte).

Durante o processo de restauração da raça original, cães com características da raça Mastiff e Pastores Alemães, os chamados Dewa, conseguiram uma grande mas passageira popularidade. Da mesma forma espero que isto ocorra no Brasil, com os “filas-mestiços”, “filas-atarracados”, “filas-preto”, etc…, visto que não representam a verdadeira raça Fila Brasileiro.

Muitos desses cães foram levados aos Estados Unidos por membros das Forças Militares Americanas. Os Akitas da linhagem Dewa fascinaram os criadores americanos que desenvolveram e aperfeiçoaram esta linhagem, aumentando assim o número de criadores e a popularidade da raça nos EUA.

Em 1952 foi fundado o Akita Club of America e em outubro de 1.972 o American Kennel Club reconheceu esta raça. Nesta mesma ocasião o AKC (American Kennel Club) e o JKC (Japan Kennel Club) não conseguiam chegar a um acordo para o reconhecimento dos seus pedigrees e assim fecharam-se as portas para novas linhas de sangue trazidas do Japão. Portanto, os Akitas Americanos tornaram-se consideravelmente diferentes dos Akitas Japoneses, já que foram desenvolvidos nos Estados Unidos, a partir dos Akitas com as características das raças Mastiffs e Pastores, enquanto o Japão buscava purificar a raça, para obter novamente a linhagem dos Akitas Matagis de 1.630.

A partir do reconhecimento da raça pelo AKC, donos e criadores de Akita Americano em países membros da FCI ficaram em situação confusa, parecido hoje com a do Fila, já que eram proprietários de belíssimos animais, com direito à emissão de pedigree, mas vistos como exemplares ruins em pista e penalizados por possuírem características não aceitas no padrão do Akita da FCI (baseado no tipo japonês), pois possuíam a presença da máscara negra, cores além do vermelho, branco e tigrado, além do porte maior e mais robusto. Os Akitas da cara preta, como eram chamados nesta época, foram, por muito tempo, discriminados pelos cinófilos.

Entretanto, em 1.996 foi provisoriamente decidido que o tipo americano seria uma raça distinta e se chamaria Akita Americano. Logo depois, em 1.998, a raça passa a se chamar Grande Cão Japonês indo para o Grupo 2. Mais tarde, em 1 de janeiro de 2000, a raça é reconhecida oficialmente pela FCI e a conclusão de todo este processo ocorre em 6 de julho de 2005 quando a raça volta para o grupo 5 e passa a se chamar definitivamente Akita Americano.

Ou seja: o que ocorreu com a raça Akita até bem pouco tempo atrás é o que ocorre hoje no Fila Brasileiro: uma grande confusão e variedade de tipos, conforme voce aponta na sua proposta para a criação da raça Mastin Brasileiro em http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html . Ninguém hoje discorda que existe o Fila-CAFIB e o Fila-CBKC. Apenas o CBKC e a FCI fingem que não conhecem este fato. No grupo do Fila-CBKC são aceitos todos os tipos de cães (filas?), mesmo aqueles que são recusados (= reprovados nas Análises) pelo CAFIB, pois denota-se a evidencia de mestiçagem nestes exemplares, provenientes de cruzas ilegais realizadas com Mastiff Inglês, Mastin Napolitano e Dinamarquês-preto (Great-Dane) principalmente de 1.973 até 1.985. Ou seja: é sabido por todos que existe o Fila-CAFIB, cujo tipo é o do Fila tradicional e original e o Fila-CBKC onde, alem deste tipo, infelizmente também se encontra muitos tipos de “filas-mestiços”, que voce chama com muita propriedade de “Mastin Brasileiro”.

Logo, é necessário que o CBKC e a FCI se unam e façam uma correta distinção entre estes dois tipos de Fila, da mesma forma como a FCI, AKC e JKC fizeram com relação ao Akita. Por que o Fila Brasileiro não merece o mesmo tratamento e respeito da FCI? Por que o CBKC não assume suas responsabilidades neste processo?

2. Minha história com a Raça Akita:

Eu sei exatamente o que estou relatando pois meu envolvimento com o Akita Americano vem do berço, pois minha família cria esta raça há muito tempo. Meu falecido padrinho, Sr. Alcides Rocha Krueguer (Canil Alcimar) foi um dos pioneiros desta raça no Brasil. Na minha família era proibido se criar outra raça, mas desde pequeno sempre gostei do Fila. Quando me casei em 2000 resolvi que iria criar alem de American Akita também o Fila. Infelizmente, como não conhecia muito a respeito desta raça, optei por comprar cães filhos dos chamados “campeões”. Cheguei a formar um plantel de 14 “filas”, ou seja, na verdade de 14 “filas-mestiços”, apesar dos “excelentes” pedigrees e dos muitos “prêmios”… Passei a diante todos estes “filas-mestiços”. Passaram-se muitos anos e conheci e venho acompanhando o trabalho do CAFIB, mas também o descaso do CBKC e da FCI, bem como a destruição que alguns criadores do CBKC vem fazendo com esta maravilhosa raça do nosso Brasil. Principalmente aqueles que insistem em criar os chamados “fila-atarracado” e “fila-aberração”. Se já naquela época a tipicidade dos cães CAFIB eram diferentes dos do CBKC, hoje são raças totalmente distintas. No fim de semana passado estive em uma exposição da CBKC em Biritiba Mirim-SP onde pude constatar de perto que o caminho que quero seguir é o oposto ao do Fila-CBKC. Eu já estava trocando ideias por e-mails há algum tempo com Fernando Zanetti e nesta expo pude conhecê-lo pessoalmente, juntamente com o Caico Amaral e ambos se dispuseram a me ajudar. Não quero errar mais uma vez. Quero reiniciar a minha criação de Fila criando o Verdadeiro Fila e assumindo os ideais do CAFIB.

3. Minha Conclusão:

Sendo assim, posso afirmar que esta separação ocorrida na Raça Akita foi a melhor solução para todos os criadores. Tanto para os que criavam American Akita quanto para os que criavam Japanese Akita. Todos estão muito satisfeitos. No caso do Fila seria ainda muito mais fácil, pois a única entidade mundial que reconhece o Fila é a FCI. Ou seja, não haveria nenhum envolvimento da FCI com o American Kennel Club (AKC) e muito menos com o Japanese Kennel Club. Ou seja, CBKC e FCI podem resolver este assunto de forma rápida, fácil e internamente. Estes clubes tem que sair da inércia e da omissão e assumir suas responsabilidades por esta grande confusão em que se tornou a criação da raça Fila no mundo. Não da mais para ignora-la. Aliás, como me disse o diretor e juiz do CAFIB, Fernando Zanetti: “de fato esta grande confusão decorre do fato do trio BKC-CBKC-FCI, não terem tido o devido policiamento com a emissão dos Registros (pedigrees) sob sua responsabilidade, permitindo que cães mestiços fossem registrados como sendo Filas. Por não emitirem com a devida atenção e cuidado estes registros e por cobrarem por esta prestação de serviço, eu entendo que foram no mínimo coniventes com a pratica de falsidade ideológica, falsificação documental, pela pratica de registros e anotações falsas, uma vez que a época BKC-CBKC detinha o controle e registros genealógico canino que lhe fora atribuído pelo Ministério da Agricultura, o que só cessou em 2.010. E esta grave falha ocorreu e ocorre mesmo apesar de todas as denuncias expressas feitas desde o final da década de 70 não só pelo CAFIB, mas também pelo ex-presidente do próprio BKC, Sr. Henrique Lucena; pelo atual vice-presidente da FCI, Sr. Christopher Habig; por jornalistas e por dezenas de criadores tanto do CAFIB, quanto do UNIFILA e até do próprio CBKC e, ainda, por conselheiros do CBKC para a Raça Fila. Ou seja, todo mundo sabe, mas finge de brincar que a mestiçagem e os mestiços não existem. Logo, entendo que o correto e urgente seria o CBKC e a FCI repararem imediatamente este grave erro e, para isto, não haveria necessidade de se caçar nenhum pedigree: bastaria manter na raça Fila os cães com o fenótipo e temperamento de Fila e criar a raça Mastin Brasileiro, para onde seriam transferidos todos os cães atípicos à raça Fila.” Lembrando ainda o que Tio Chico escreveu: “a FCI e o CBKC não respeitam nem seus próprios Regulamentos que determinam que estes clubes registrem e exponham apenas cães de raças puras”. Assim, seria uma ótima oportunidade para CBKC e FCI resolverem este enorme problema criado por estas duas instituições cartoriais, se redimindo desta forma deste negro passado.

Tio Chico, esta é a minha contribuição para a raça Fila e desde já te autorizo a tornar público este meu email, pois meu único e sincero objetivo é contribuir seriamente com o meu conhecimento sobre a separação feita na Raça Akita pela FCI, AKC e JKC em duas Raças, com a criação das Raças American Akita e Japanese Akita, visto que entendo que esta seria a melhor solução para os problemas que hoje enfrentamos na Raça Fila Brasileiro que possui o tipo tradicional e original preservado e criado pelo CAFIB, assim como por alguns criadores do CBKC e o tipo que voce muito bem denomina de Mastin Brasileiro, que é o tipo canino proveniente das cruzas sem controle do Fila com cães das Raças Mastiff Inglês, Mastin Napolitano e Dinamarquês (Great Dane) desde a década de 1.970, que é hoje cada vez mais encontrado e que foi muito bem demonstrado por voce no seu trabalho http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html .

Atenciosamente,

Fernando Martins Lopes – Nakayama Kennel

Post nº 22 – Ask Uncle Chico No. 11 – sent Jul,9th-2.012

Ask Uncle Chico No. 11

Dear Uncle Chico,

I have a question and a request.

45. I have bred Filas for only 5 years now and I had never become interested in knowing more about the CAFIB, because I thought it was a small dissident dog club, having no reliable or trustworthy studbook abroad. I also believed in what some old CBKC breeders they told me: if I took my Filas in Cafib Expos (now I know it’s actually named Analysis), they would all fail because I am a member of CBKC. However, a recent CBKC dog show,  I gained more knowledge of what the CAFIB actually is and your website. I apologize in advance and admit that you guys have done an excellent and unique job for the Fila. Therefore I ask: will my Filas not be approved in CAFIB for the simple fact that I am a CBKC breeder?

Never. The CAFIB does not judge people.

We analyze dogs. If your Filas fall within the CAFIB Standard, which was prepared by Dr. Paulo Santos Cruz with the help of the founders of CAFIB in 1978 and this for 34 years without changes in place, they will certainly be approved. In this case,  you and your Filas will be warmly welcomed into the bosom of the CAFIB. However, if your dogs are not because of evidence of cross-breeding and/or atypical and/or are outside of thisStandard, unfortunately, your dogs will not be approved and will not be part of the CAFIB breeding program. Nonetheless, you will always be very welcome and respected. If you do not believe me, ask Edison Sousa, Albert Halliwell, Roberto Sene and Virgilio and Ardelia Orsi and others CBKC and SPFB Fila breeders who were present at our recent events.

Many founders and directors of CAFIB also had some of his dogs fail in our analysis. Many CBKC breeders have had their dogs approved. As I said, for CAFIB what matters is the dog, not who is the owner. Having a dog fail is not the end of the world. The End of the world is to still stubbornly breed mix-breeds, pretending they are Purebred Filas, deceiving yourself and deceiving others.

Do not be afraid: We invite you to participate in our upcoming exhibition and Analysis. Just visit the CAFIB (http://www.cafibbrasil.com.br/) and go to the menu http://www.cafibbrasil.com.br/cafib-brasil-calendario.htm How about we meet on 07/28 in Itanhandu-MG?

So in short: the CAFIB was founded in 1978 in protest to the politics and the understanding of  the then BKC, who never bothered, despite all our official complaints, to rescue and preserve from extinction the True Fila, as it was inherited from Mother Nature. The CAFIB crew are good people the square, they don’t “eat little children”,  they like the Fila and are experts about the breed. But, we like the true Fila, and thus we are forced to withdraw mixed-bred dogs or those with disqualifying faults from breeding. In breeding, whichever breed, it is incompatible to accepting mix-breeding and mixed-breed dogs. Mixed-bred dogs can be great companions, friends and beautiful. Deep down, they are mutts. After all, you want to breed crossbreeds owning pedigrees or True Filas?

I hope you understand the phrase and affectionate joke, but, one of our oldest breeders says: “In recent years besides Ricky Martin, mixed breeding and mix-breeds came out of the closet …”

46. I have navigated a lot on your site. But it’s huge. I’m running against time reading and learning a lot. I believe that in recent years, old breeders eluded me a lot. I think I own a pure-bred Fila and a mixed bred. As I have believed in false information and half-truths in recent years, I would ask that you direct me to the 10 best articles I should read it immediately, to better understand what you guys call “CAFIB Breeding Philosophy” and thus be able to enhance and/or start my breeding with True Filas.

I like your request with pleasure. Actually my website has lots of information. I’ve heard comments from foreign breeders that there is not a worldwide site that provides as much information about a single breed. After all, are around 1,000 documents and 400 photographs. It’s actually a reference library.

As per your request, I’ve selected below 13 articles, stressing that there is much more to be studied on my website. However, before hand, I wish to make a public recognition to the founders and early leaders of the CAFIB. This group comprises the “CAFIB old-school” that more than 30 years pursued a single goal: to rescue from extinction, preserve and breed the True Fila. Special thanks to Airton and Rose Campbell, Cleide and Américo Cardoso, Luis Antonio Maciel, Roberto and Marilia Maruyama, Fernando and Cilene Zanetti, Caico and Stela Amaral, Sebastião Monteiro (“in memoriam”), Jonas Iacovantuono, Antonio Silva Lima, Jose Souto Maior Borges, Jorge and Mariza Hino, Peter and Edna Borotti, Luciano and Denise Gavião and Sabine Gallas. Overseas, I thank Jan Kubesa, Jaime Perez, Linda Maggio and Ines Van Damme. I also thank our  “new-school”  represented by Tenisson Cavalcante, Mariana Campbell, Francisco Fornel , Cynthia and Gerson Junqueira de Barros, Adriano and Matheus Pacheco, Ligia Morris, Elisiane Borotti, Kim and Ian Amaral. These friends built a solid, honest, serious and respected club. Thank you for not having been afraid to confront and break away from the CBKC-BKC-FCI trio in 1978, which in our view, did virtually nothing in defense of the Fila, besides charging fees. For having traveled throughout Brazil analyzing, selecting and registering Pure Filas. For organizing a trusted Record Book. For organizing the CAFIB financially and administratively, as well as for having digitized it.

Therefore, know that this tireless and continuous hard work, of my cafibian friends, has provided us with a big dream come true: to found an independent club. BKC-CBKC FCI-free and to save the True Fila Brasileiro from extinction.

As for me, just consider myself a historian and promoter of the Fila breed. Those friends mentioned above were truely hands-on and were able to turn my dream into a reality: CAFIB, rescuing the Pure Fila!

The following are the 13 best articles selected by me on the CAFIB site and on my website:

1. “The Origin of CAFIB” http://www.cafibbrasil.com.br/cafib_historico3.html

2. “Mixbreeding, the problem”: http://www.cafibbrasil.com.br/cafib_historico1.html

3. My “Open Letter from London”– IN ENGLISH — with total denouncement, dated Aug,3rf.-1.978: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/8-14/Page6.html

4. “What do you prefer” (Fila or “Mestizo” )?:– IN ENGLISH –: Http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro/index.html

5. “Black Dogs, so called”black-fila”– IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/22-fila-brasileiro-3ENG.html

6. “Understanding the CAFIB Analysis of Phenotype and Temperament” by Américo Cardoso[]  – IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-filas.html

7. “What breed is this?”– IN ENGLISH –:  http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-rj-fotos.html

8. Open Letter to the FCI – part IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/2008ate/Page6.html

9. Email about my Cafibra Kennel– IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/pp/Page6.html

10. Several denounces and complaints officially  addressed from CAFIB to CBKC-BKC-FCI, at No. 10 in the response of the “Ask Uncle Chico No. 1” – part IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/materia_75_eng.html

11. My “Proposal for the creation of the Brazilian Mastiff Breed”– IN ENGLISH –:

http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia_eng.html

12. Interview with Dr. Enio CAFIB Montes  – IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/30_97/materia_eng.html

13. Consolidation of the “Best and Worst of 2011” in “Uncle Chico Reports No. 6”[]  – IN ENGLISH –: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/30_114/materia_eng.html

So my dear friend, there is my selection. These documents present irrefutable truths. But there is more to be read. Start with these articles and go further. No longer be fooled. Make your own mind up. I hope to meet you in one of our upcoming Expos. Good reading, good luck and a happy and honest decision. The future of your breeding program is in your hands.

Regards, Chico Peltier.

Post nº 21 – Perguntem ao Tio Chico nº 11- Sobre o CAFIB – enviado em 27/06/12

Perguntem ao Tio Chico nº 11

Tio Chico,

Tenho uma pergunta e um pedido.

45. Crio Filas somente há 5 anos e nunca havia me interessado em conhecer o CAFIB, pois achava que era um clube dissidente, pequeno e sem Registro Genealógico confiável ou reconhecido no exterior. Acreditava também no que me diziam alguns antigos criadores de Fila do CBKC: se eu levasse meus Filas nas expos (agora já sei que na verdade é na Análise) do CAFIB eles seriam todos reprovados por eu ser membro do CBKC. Entretanto recentemente numa exposição do CBKC tomei mais conhecimento do que de fato é o CAFIB e do seu site. Desde já me desculpo e reconheço que voces tem feito um excelente e único trabalho em prol do Fila. Por isto pergunto: meus Filas serão reprovados no CAFIB pelo simples fato de eu ser criador do CBKC?

Jamais. O CAFIB não julga pessoas.

Nós analisamos cães. Se seus Filas estiverem dentro do Padrão CAFIB, que foi elaborado pelo Dr. Paulo Santos Cruz com a ajuda dos fundadores do CAFIB em 1.978 e esta há 34 anos em vigor e sem alterações, certamente serão aprovados. Neste caso voce e seus Filas serão muito bem vindos ao seio do CAFIB. Entretanto, se seus cães forem reprovados devido a evidencias de mestiçagem e/ou atipicidade e/ou se encontrarem fora deste Padrão, infelizmente seus cães serão reprovados e não farão parte do plantel CAFIB. Mas voce continuará sempre sendo muito bem vindo e respeitado. Se não acreditar em mim, pergunte a Edison Sousa, Albert Halliwell, Roberto Sene e Virgilio e Ardélia Orsi e outros criadores de Fila do CBKC e da SPFB que estiveram presentes em nossos últimos eventos.

Muitos fundadores e diretores do CAFIB também tiveram alguns dos seus cães reprovados. Muitos criadores do CBKC já tiveram seus cães aprovados. Como disse, para o CAFIB o que importa é o cão, não quem é o seu proprietário. Ter um cão reprovado não é o fim do mundo. Fim do mundo é continuar teimosamente criando mestiços, fingindo que são Filas Puros, se enganando e enganando terceiros.

Não tenha receio: voce é nosso convidado para participar das nossas próximas Análises e Exposições. Basta visitar o site do CAFIB (http://www.cafibbrasil.com.br/  ) e ir no menu http://www.cafibbrasil.com.br/cafib-brasil-calendario.htm . Que tal nos encontrarmos no dia 28/07 em Itanhandu-MG ?

Logo, resumindo: o CAFIB foi fundado em 1.978 por discordar da política e do entendimento do então BKC que nunca se preocupou, apesar de todas as nossas denuncias oficiais, em resgatar da extinção e preservar o Verdadeiro Fila tal qual herdamos da Mãe Natureza. A turma do CAFIB é muito boa praça, não “come criancinha”, gosta muito do Fila e é profundo conhecedor desta Raça. Mas gostamos do Verdadeiro Fila e, assim, somos obrigados a retirar da criação os cães mestiços e/ou portadores de faltas desqualificantes. Pois, criar uma Raça, seja ela qual for, é incompatível com aceitar a mestiçagem e os cães mestiços. Cães mestiços podem ser muito companheiros, amigos e bonitos. Mas, no fundo, são vira-latas. Afinal, voce deseja criar mestiços com pedigrees ou Verdadeiros Filas?

Espero que voce entenda a brincadeira carinhosa e leve na esportiva mas, como diz um antigo criador: “Nos últimos anos alem do Ricky Martin, a mestiçagem e os mestiços saíram do armário…”.

46. Tenho navegado muito pelo seu site. Mas ele é enorme. Estou correndo contra o tempo, lendo e aprendendo muito. Creio que nestes últimos anos, antigos criadores me iludiram muito.  Eu acho que possuo um Fila Puro e um mestiço. Como nos últimos anos eu acreditei em falsas informações e meias-verdades, pediria que o senhor me indicasse os 10 melhores artigos que eu deveria ler imediatamente, para melhor entender o que voces chamam de “Filosofia de Criação do CAFIB” e, assim, poder aprimorar e/ou recomeçar minha criação com Verdadeiros Filas.

Atendo seu pedido com muito prazer. Realmente meu site tem muita informação. Já escutei comentários de criadores estrangeiros de que não existe no mundo um site que disponibilize tanta informação sobre uma única Raça. Afinal, são ao redor de 1.000 documentos e de 400 fotos. Na verdade é uma biblioteca de referenciasobre o Fila.

Sendo assim, seleciono abaixo 14 artigos, frisando que há muito mais para ser estudado no meu site. Entretanto, antes desejo fazer um agradecimento público aos fundadores e primeiros dirigentes do CAFIB.  Este grupo compõe a Velha Guarda do CAFIB que há mais de 30 anos perseguem um único objetivo: resgatar da extinção, preservar e criar o Verdadeiro Fila. Agradeço especialmente a Airton e Rose Campbell, Américo e Cleide Cardoso, Luis Antonio Maciel, Roberto e Marília Maruyama, Fernando e Cilene Zanetti, Caico e Stela Amaral, Sebastião Monteiro (“in memoriam“), Jonas Iacovantuono, Antonio Silva Lima, Jose Souto Maior Borges, Jorge e Marisa Hino, Pedro e Edna Borotti, Luciano e Denise Gavião e Sabine Gallas. No exterior agradeço a Jan Kubesa, Jayme Perez, Linda Maggio e Ines Van Damme. Agradeço também a nossa Jovem Guarda representada por Tenisson Cavalcante, Mariana Campbell, Francisco Fornel, Cintia e Gerson Junqueira de Barros, Adriano e Matheus Pacheco, Ligia Morris, Elisiane Borotti, Kim e Ian Amaral. Estes amigos  construíram um Clube solido, honesto, sério e respeitado. Agradeço por não terem tido medo de enfrentar e romper em 1.978 com o trio BKC-CBKC-FCI que, no nosso entender, praticamente nada fez em defesa do Fila, alem de cobrar taxas. Por terem viajado por este Brasil analisando, selecionando e registrando Filas Puros. Por terem organizado um Livro de Registro confiável. Por organizarem financeira e administrativamente o CAFIB, bem como por o terem informatizado.

Por isto, saiba que este trabalho árduo, incansável e ininterrupto destes meus amigos cafibeanos é que nos proporcionou realizar um grande sonho: fundar um clube independente e livre do BKC-CBKC-FCI e salvar o Verdadeiro Fila Brasileiro da extinção.

Quando a mim, me considero apenas um historiador e divulgador da Raça Fila. Estes amigos acima é que verdadeiramente botaram a mão na massa e foram capazes de transformar meu sonho em uma realidade: o CAFIB, resgatando o Fila Puro !!!

Segue abaixo os 14 melhores artigos selecionados por mim no site do CAFIB e no meu:

1. “A Origem do CAFIB”: http://www.cafibbrasil.com.br/cafib_historico3.html

2. “Mestiçagem, o problema”: http://www.cafibbrasil.com.br/cafib_historico1.html

3. Minha “Carta Aberta de Londres” com denuncia total, datada de 3/08/78: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/8-Documentos-de-1978/8_14/materia.html

4. “O que voce prefere” (Fila ou Mestiço) ?: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro/index.html

5. “Cães negros, chamados de “fila-preto”: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-3.html

6. “Entendendo as Análises de Fenótipo e Temperamento do CAFIB” por Américo Cardoso: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila_brasileiro-cachorro.html

7. “Mas que raça é esta?”: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/fila-brasileiro-rj-fotos.html

8. Carta aberta à FCI: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/2008ate/Page6.html

9. Email sobre o meu Canil Cafibra: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/pp/Page6_port.html

10. Denuncias oficiais do CAFIB dirigidas ao BKC-CBKC-FCI, na resposta nº 10 do “Perguntem ao Tio Chico nº 1”: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/materia_75_port.html

11. “Proposta de criação da Raça Mastim Brasileiro”: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/pergunte_chico_3/materia.html

12. Entrevista do CAFIB com o Dr. Enio Monte: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/30_97/materia.html

13. Consolidação dos “Melhores e Piores de 2.011” no “Tio Chico Informa nº 6”: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/novos/30_114/materia.html

14. Finalizando, o excepcional artigo do Dr. Paulo Santos Cruz “Como distinguir um Fila Puro de um Mestiço” publicado no primeiro número do jornal O FILA do CAFIB: http://www.filabrasileirochicopeltier.com.br/8-Documentos-de-1978/8_30/materia.html publicado em Dez/78

15. Acrescentar aos artigos acima o excepcional trabalho de autoria de Cintia e Gerson Junqueira + Jonas Iacovantuano e Mariana Campbell:

http://www.cao-filabrasileiro.com/.

Amigo, ai esta minha seleção. Estes textos apresentam verdades irrefutáveis. Mas existe muito mais para ser lido. Comece por estes artigos e vá em frente. Não mais se deixe enganar. Faça a sua cabeça. Espero conhecer voce em uma de nossas próximas Expos. Boa leitura, boa sorte e uma feliz e honesta decisão. O futuro de sua criação esta em suas mãos.

Abs, Chico Peltier.

Post nº 20 – CAFIB-USA, Linda Maggio`s tanks – sent Jun, 21st-2.012

Friends,

Still about the tribute organized by CAFIB-Brazil to Linda Maggio, posted at https://www.facebook.com/groups/cafibusa/ :

Ainda sobre a homenagem feita pelo CAFIB-Brasil a Linda Maggio (em português abaixo), postado em https://www.facebook.com/groups/cafibusa/

Carioca Fila Brasileiro
“I would like to thank the Board of Directors of CAFIB for the wonderful gift presented to me by Jan Kubesa. I was very surprised to receive the beautiful plaque. This is an award I will treasure above all others. I am honored that CAFIB chose to recognize my simple efforts to preserve the Fila Brasileiro in its traditional form and function.
Words can not adequately express what it has meant to me to be a part of the CAFIB family. The dedication and perseverance of our group is an inspiration to me. When I think about the great resistance we had in the past and see how far we have advanced in our cause I know it is because of the great efforts of all CAFIB members and in particular Chico Peltier. If not for him I would never of had the pleasure of seeing the true Fila, nor of meeting all of my CAFIB friends. I would also like to give special thanks to Fernando Zanetti for always being willing to answer my questions and share his knowledge, and to Airton Campbell for all his help in getting our CAFIB USA expo’s organized.
I wish everyone the best of luck at all the 2012 CAFIB Expo’s and am looking forward to the fourth CAFIB-USA event next year! Thank you all from the bottom of my heart for presenting me with this symbol of your faith and friendship.
Hugs, Linda
Carioca Fila Brasileiro
“I would like to thank the Board of Directors of CAFIB for the wonderful gift presented to me by Jan Kubesa. I was very surprised to receive the beautiful plaque. This is an award I will treasure above all others. I am honored that CAFIB chose to recognize my simple efforts to preserve the Fila.